Reunimos aqui algumas informações interessantes...vale a pena conferir.

 

- Qual o significado da palavra CALIGRAFIA?

A palavra CALIGRAFIA, deriva-se de dois vocábulos gregos : KALLOS (belo ou bela) e GRAPHÉ (escrita). Na Idade Média, surgiu a caneta feita por uma imensa pena de pássaro, onde o bico da pena era imerso em tinta. Os primeiros livros escritos na Europa foram através do bico de pena. O trabalho de caligrafia artesanal se realiza através de uma caneta com pena metálica, usada desde o século XIX. Por ser um instrumento de escrita muito mais barato que a caneta tinteiro, permaneceria nas escolas até a década de 1960, quando surgiu a caneta esferográfica.

 

 

- De onde vem a tradição do uso de LACRES nos envelopes?

A tradição do uso de lacres é muito antiga. Eles são elaborados através de um instrumento denominado sinete, acompanhado da cera ou resina. O sinete é um utensílio gravado em alto relevo, usado para imprimir no papel ou sobre o lacre-assinatura, monograma ou brasão de uma instituição ou pessoa. Como ler e escrever era privilégio de poucos até o início do século XVI, o selo era uma marca particular ou institucional. Tais povos faziam uso dos chamados anéis-sinetes, com os quais autenticavam seus documentos. Nos dias de hoje, os lacres proporcionam requinte e sofisticação quando aplicados em envelopes, diplomas e certificados.

 

 

- O que significa R.S.V.P.?

R.S.V.P. vem do francês: "Répondez S'il Vous Plaît", que significa "responda, por favor". A pessoa que enviou o convite deseja saber se você vai aceitá-lo ou não, ou seja, ela quer saber se você vai comparecer ao evento. Em geral o R.S.V.P. é feito através de um número de telefone ou endereço de e-mail do anfitrião impressos no próprio convite, ou através de um cartão de resposta que acompanha o convite e que deve ser enviado de volta confirmando (ou não) a sua presença no evento. As regras de etiqueta seguidas na maioria das culturas ocidentais dizem que ao receber um convite formal por escrito, você deve responder imediatamente, se possível no mesmo dia. Do ponto de vista prático, este procedimento é muito importante para anfitriões que estão planejando um jantar, um casamento ou uma recepção, pois precisam saber quantas pessoas estarão presentes e a quantidade de comida e bebida que devem providenciar. Ainda mais importante é a delicadeza de responder a alguém que foi tão gentil em convidá-lo, mesmo que seja só para pedir desculpas pelo não comparecimento ao evento.

 

 

De onde vem a expressão "ETIQUETA social" ou "normas de etiqueta"?

Muitas das práticas de etiqueta ocidental vêm da corte francesa do Rei Luís XIV no final do século XVII e início do XVIII. Em Versailles, seu palácio, Luís XIV mantinha regras de comportamento para a corte escritas no que os franceses chamavam de "bilhetes" ou "etiquetas". Os bilhetes eram cartazes fixados nas paredes do palácio ou convites para eventos da corte com as regras de comportamento impressas no verso. Poderíamos dizer que os franceses "inventaram" a etiqueta, embora isso fosse simplista, uma vez que as regras de etiqueta sempre existiram nas civilizações. Na verdade, um diplomata italiano, Conte Baldassare Castiglione, escreveu o primeiro livro sobre comportamento adequado entre a nobreza no século XVI.

 

 

NOMES  DAS  BODAS

(conforme os anos de casados)

1

algodão

 

26

jade

 

51

uva

 

76

cipreste

2

couro

 

27

acaju

 

52

lírio

 

77

alfazema

3

trigo candial

 

28

níquel

 

53

caju

 

78

benjoim

4

cera

 

29

veludo

 

54

milho

 

79

café

5

madeira

 

30

pérola

 

55

orquídea

 

80

carvalho

6

gipso

 

31

baldana

 

56

violeta

 

81

cacau

7

 

32

cobre

 

57

jasmim

 

82

cravo

8

papoula

 

33

pórfiro

 

58

dália

 

83

begônia

9

faiança

 

34

âmbar

 

59

açucena

 

84

crisântemo

10

estanho

 

35

rubi

 

60

diamante

 

85

girassol

11

coral

 

36

musselina

 

61

castanheira

 

86

hortência

12

seda

 

37

papel

 

62

alecrim

 

87

nogueira

13

junquilho

 

38

mercúrio

 

63

trigo

 

88

pereira

14

chumbo

 

39

crepe

 

64

eucalipto

 

89

figueira

15

cristal

 

40

esmeralda

 

65

jacarandá

 

90

álamo

16

safira

 

41

ferro

 

66

mármore

 

91

pinheiro

17

rosa

 

42

madrepérola

 

67

acácia

 

92

salgueiro

18

turquesa

 

43

flanela

 

68

margarida

 

93

imbuia

19

cretone

 

44

topázio

 

69

amor

 

94

palmeira

20

porcelana

 

45

prata dourada

 

70

platina

 

95

sândalo

21

opala

 

46

lavanda

 

7l

zinco

 

96

oliveira

22

bronze

 

47

cachemira

 

72

aveia

 

97

abeto

23

berilo

 

48

ametista

 

73

manjerona

 

98

pinheiro

24

cetim

 

49

cedro

 

74

macieira

 

99

salgueiro

25

prata

 

50

ouro

 

75

alabastro

 

100

jequitibá

fonte: www.arquidiocese-sp.org.br

 

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